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A Nova Vida surgiu como comunidade no coração do Rev. Carlos Moreira e de sua esposa, Fabiana. No ano de 2008, ambos membros da Igreja Cristã Episcopal Betânia, decidiram que chegara o momento de Deus os levar a um novo projeto.

A Nova Vida começou na sorveteria Planeta Jones, na avenida 17 de Agosto, no bairro de Casa Forte em Recife. O Rev. Carlos Moreira, Fabiana e mais 5 irmãos ali reuniram-se para começar a falar do amor de Deus e da graça presente na encarnação e vida de Jesus Cristo.

Em poucas semanas, o lugar ficou pequeno. Com a ajuda do Casal Hélio e Beth Alexandrino, o pequeno grupo buscou um outro local para reunir-se, tendo sido acolhidos pelo Colégio Ethos, nas proximidades da Praça de Casa Forte. Naquele local permaneceram por cerca de 1 ano.


Com uma frequência de aproximadamente 70 pessoas, a Nova Vida já não cabia no pequeno auditório do colégio. Foi então que o Rev. Carlos Moreira deu um passo de fé e alugou um terreno de aproximadamente 1,0 mil m2. Com um pequeno grupo de pessoas comprometidas, cerca de 20, levantaram um valor de aproximadamente 200,0 mil reais e construíram as instalações que hoje abrigam a comunidade: 2 prédios com salas para crianças, banheiros, cozinha, além de jardins e um confortável templo, climatizado, com capacidade para 500 pessoas.


Em 2011 a Nova Vida foi recebida juntamente com seu reitor na Igreja Episcopal Carismática do Brasil, através do arcebispo Dom Paulo Garcia. Desde então a comunidade vem crescendo e trabalhando para ser um local de acolhimento, graça e misericórdia para todos aqueles que a ela afluírem.

A Nova Vida é uma igreja baseada em pequenos grupos, como pode ser visto em muitos locais deste site. Seu principal objetivo é formar discípulos de Jesus preparando-os para os desafios da sociedade contemporânea. O texto abaixo reflete um pouco do pensamento da comunidade.

Nossa missão é sacralizar o profano, descobrir os sinais e vestígios da presença de Deus no mundo e na cultura trazendo-os à luz, revelando Cristo neles.

Somos arautos e antecipadores do cristianismo contemporâneo, da fé do futuro.

Não somos ainda aquilo que devemos ser porque o que seremos está num lugar mais a frente. Estamos “grávidos de Deus”, em vias de conceber aquilo que será o padrão eclesiástico nos dias que virão.

Nossa comunidade está a caminho, e sempre estará (o dogma para nós é também o ponto de partida e não só de chegada). Apenas começamos a tecer as roupas que haveremos de vestir.

Seremos a igreja anunciadora de um “Apocalipse Higt-Tech”, de uma “Escatologia Virtual”, de uma tecnologia para o bem, que revele a face de Cristo.

Seremos pregadores de uma tecnologia espiritual que viabiliza a onipresença de Deus e de sua obra.

Não queremos apenas ler a Bíblia; queremos que a Bíblia nos leia. Não queremos apenas orar, queremos ser a oração do próprio Deus. Não queremos apenas dizer aquilo que todo mundo já sabe, queremos abordar os mesmos temas de outras perspectivas.

Acreditamos num Cristianismo Total, numa Grande Síntese, numa fé engajada e participativa. Estamos sendo chamados não para um ministério - este termo não comporta o que Deus quer de nós - mas para produzir uma Grande Obra de Arte Cristã conectada com o século XXI.

Não somos proponentes de um método ou de uma estratégia missionária: somos a semente de uma NOVA CULTURA CRISTÃ(NCC). Somos também semeadores de um pensamento de Deus entre os Homens que fará nascer uma nova cristandade.

De agora em diante seremos como as cordas de um instrumento através do qual Deus entoará uma nova melodia; somos o agora e o ainda-não.


Texto do Professor André Pessoa em acordo com o pensamento de Carlos Moreira